Uma Valsa em Novembro
Uma brisa suave, a mover seus cabelos
Uma mão calma a bagunçar os meus
Um Sol a iluminar nossos dias, poucos, contados
Que gostaria que fossem eternos, ilimitados
Passear de mãos dadas, sorrir na tempestade
Seus cabelos, molhados, cobrindo sua face
Levemente, é claro
Para suavemente, retirá-lo e te admirar
Na valsa da vida, dance sua canção inacabada
Por mais que nossos heróis morram
Por mais q a distância se aumente
Por mais , por mais…
Nunca lhe retiraram de mim
Nem à força, nem dançando melhor, pois você é hoje meu par
Nessa dança só nossa, que espero encenar
Independente de vaias e aplausos
E que a nobreza de seu sangue azul
Não se importe com esse pobre plebeu
E que…
Mais um conto de fadas se realize.
E que nosso novembro nunca termine.